Este blog tem o intuito de expor imagens de alterações hematológicas, parasitárias, urinárias entre outras, servindo como uma ferramenta dinâmica tanto para o setor acadêmico como para os já profissionais da medicina veterinária.
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segunda-feira, 4 de junho de 2018
Staphylococcus resistente a meticilina
Para que possamos entender a importância da identificação da resistência a meticilina basta saber que antes da sua existência os organismos do gênero Staphylococcus eram sensíveis a vários antibióticos utilizados na rotina. O fato é que a multirresistência não é um problema somente da medicina humana, na medicina veterinária os Staphylococcus pseudointermedius resistentes a meticilina (MRSP) são causadores de enfermidades graves associadas principalmente a falha do tratamento com medicações empíricas. Mas qual o significado disso? No que isso vai interferir no tratamento do meu paciente? A resposta é até bem simples, os pacientes portadores de infecção causada por essa bactéria poderão ter sérios problemas pois o uso de antibióticos ficará limitados a certos tipos de antimicrobianos, isso na melhor das hipóteses. Quando o paciente é imunossuprimido por qualquer motivo o prognóstico torna-se bem desfavorável. O MRSP é resistente aos antibióticos betalactâmicos (cefalosporinas, amoxicilina e penicilina) e frequentemente também aos de outras classes como a clindamicina, eritromicina, fluorquinolonas e tetraciclinas. Como posso identificar o problema? Tudo começa com o histórico e sinais clínicos como por exemplo: Um paciente com processo inflamatório em determinado tecido, o mais comum seria a apresentação cutânea, com histórico de hospitalização, que recebe antibióticos e ou que tem uma pobre resposta a administração empírica de medicamentos deve ser considerado suspeito de infecção por MRSP. O diagnóstico laboratorial é baseado na citologia da lesão, cultivo bacteriano e teste de sensibilidade aos antimicrobianos mais conhecido como antibiograma. Vale salientar que somente o laboratório clínico será capaz de determinar qual é o microorganismo e identificar quais antibióticos deverão ser utilizados no caso de infecção.
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quarta-feira, 29 de julho de 2015
segunda-feira, 24 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Tipos Sanguíneos dos Cães
GRUPOS SANGUÍNEOS DOS CÃES
}São conhecidos como Dog erythrocytes antigen } 9 ANTÍGENOS ERITRÓCITÁRIOS DEAGrupo A positivo}DEA 1.1 e DEA 1.2
Grupo A negativo}DEA 1.3}DEA 3}DEA 4 }DEA 5
}DEA 7}DEA 6* e DEA 8*
* Segunda Oficina Internacional em Imunogenética Canina
}Transfusão de sangue tipo AEC 1.1 positivo em um paciente com AEC 1 negativo resulta na formação de aloanticorpos anti-AEC 1.1
}Uma segunda transfusão com AEC 1 positivo, resultará em reação transfusional hemolítica imuno-mediada aguda severa.
}A transfusão de AEC 1.2 em um cão negativo para AEC 1, mas que apresenta aloanticorpos contra AEC 1.2, causa uma diminuição da meia vida das hemácias transfundidas para 12 horas.
}Cães que são negativos para AEC 7 podem possuir anticorpos naturais contra AEC 7
}O doador ideal seria o cão negativo para AEC 1.1, 1.2 e 7
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